Por Johny Mange
No site G1*, temos a
seguinte notícia:
A
Secretaria Municipal da Saúde (SMS) informou no começo da noite, da
quarta-feira, do dia 16 de maio de 2012, que 103 pessoas passaram por
atendimento em hospitais municipais por causa da colisão entre dois trens do
Metrô na Zona Leste. Segundo a pasta, nenhum caso foi grave e todas as pessoas
já tiveram alta. A Secretaria de Estado da Saúde informou que foram atendidas
três pessoas em hospitais estaduais. O acidente ocorreu na Linha 3-Vermelha por
volta das 9h50, entre as estações Carrão e Penha. A Secretaria de Segurança
Pública (SSP) informou que o acidente será investigado pela Delegacia do
Metropolitano (Delpom). Entre os feridos, 33 pessoas foram socorridas pelos
bombeiros e outras 16 atendidas pelo Samu. Entre os casos que exigiram mais
cuidados estava o de um passageiro que teve fratura na perna e foi encaminhado
ao Hospital do Tatuapé, na Zona Leste. Além desse, caso outro ferido, com
ferimentos de média complexidade, foi levada a um hospital de convênio.
É do
conhecimento de todo cristão o Sermão Profético de Jesus, pelo qual
se faz alusão ao final dos tempos (Mt 24.1-14). Por ele Cristo manifesta
que, nos dias antecedentes à Sua vinda, haverá “falsos cristos, guerras,
rumores de guerras, nação contra nação, fomes, pestes, terremotos, escândalos,
surgimento de falsos profetas, perseguições contra os crentes verdadeiros...”,
e, justamente, tais coisas têm deixado a humanidade assombrada. Por exemplo,
cerca de 150 milhões de pessoas foram mortas em duas grandes guerras no século
20 — tal cifra de mortos é maior do que a de todas as guerras juntas dos
últimos dois mil anos! Cerca de 24 mil pessoas morrem de fome por dia. Há,
aproximadamente, 39 milhões de aidéticos no mundo. Segundo a Agência de Saúde
da ONU, mais de 7 milhões de pessoas morreram de câncer só ano 2005. Esse é o
horror que estamos vivendo nos dias atuais... Quem tem ouvidos para
ouvir, ouça! (Mt 11.15).
O acidente
ocorrido, por conta da colisão de dois trens do metrô, deixou a capital
espantada. Tal propagação ocorreu por todos os lados: rádio, televisão, internet;
nas paradas de ônibus, nos mercados, no trânsito — esta
era a conversa: “acidente no metrô foi causado por uma falha na placa de
circuito eletrônico da linha”. O maquinista — quando
percebeu que haveria o choque entre os dois trens — começou
a frear para não colidir com mais força; mesmo assim, o trem chocou-se numa
velocidade entre 9 e 12 km/h. Logo, houve o saldo de mais de 100 pessoas
atendidas nos hospitais.
O hino
547 da Harpa Cristã assevera: “Os fiéis são trasladados, seu
trabalho aqui findou...” Se pelo acidente no metrô o povo ficou pasmado,
imagine com a Trasladação da Igreja? Já parou para pensar? A
palavra “arrebatamento” (do grego harpazo) significa
“arrastamento, rapto, captura, desaparecimento, carregamento para
longe”, e 1Tessalonicenses 4.16 e 17 salienta: Porque o mesmo
Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta
de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós,
os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a
encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. O
Senhor Jesus, ao voltar, carregará o Seu povo para longe deste mundo
tenebroso! Cristo nos capturará, ou seja, tomar-nos-á forçadamente! Será
pela força do Espírito que subiremos, que desaparecemos desta terra e nos
encontraremos no Lar da Glória com o Filho de Deus! Cristo mesmo
disse. Virei outra vez, e vos levarei para Mim mesmo, para
que onde Eu estiver estejais vós também (Jo 14.3). E as palavras d’Ele
jamais passarão! (Mc 13.31).
Se as ocorrências
de hoje, isto é, coisas visíveis — acidentes em falhas de circuito —
têm deixado a população em dor, amedrontada, desesperada, e quando o
brilho de Jesus resplandecer no Céu? E pelo toque da trombeta o povo
de Deus for chamado e sumir, desaparecer, a receber a transformação “num
abrir e fechar de olhos” (1Co 15.52), imagine o caos — estado de absoluta
confusão, que esta terra virará? Pais chorando por causa do sumiço de
seus filhos, aviões sem os seus pilotos caindo nos mares, nas
cordilheiras, nas grandes cidades, nos vilarejos; trens descarrilados, carros
desgovernados, coveiros nos hospitais — inertes, sem fala, em
colapso, em estado convulsivo, pois contemplaram as sepulturas abertas em
virtude da ressurreição dos justos (cf. Lc 14.14); navios, barcos,
cruzeiros perdendo a direção; pessoas em trens, metrôs, ônibus, as quais
viram cristãos desaparecendo ao lado delas — o choro, o pranto, o
espanto, a depressão que essa gente ficará é incalculável... Doentes nos
hospitais, crianças nas maternidades, nas creches, nos lares, nas ruas,
nos orfanatos desaparecendo; nos grandes comércios nas, nas multinacionais
servos de Deus deixando de ser vistos repentinamente... A Escritura não
falha ao expor: Muitos correrão de uma parte para outra (Dn
12.4). Tal evento sairá em todas as manchetes dos periódicos e em
todos os meios de comunicação do planeta. O mundo chorará! Muitos
“desmaiarão de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao
mundo” (Lc 21.26).
O que
aconteceu? Jesus voltou! Esta era a pregação de muitos crentes, mas
“os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram
más” (Jo 3.19), de sorte que não subiram ao encontro de Jesus. Os
pastores fiéis e irredutíveis à causa do Evangelho que eram tidos como
“fundamentalistas”, “santarrões” e “legalistas” hão de ser procurados
em todos os lugares; entretanto, não os acharão! Sofreram lutas e
perseguições horrendas por outros pastores que gostavam de entreter
bodes, também de homens que não defendiam a verdade plena da Palavra
de Deus, mas só as partes que lhes convinham; desta forma, não
perderiam a “popularidade” entre igrejas, ministros e meios
de comunicação. É como disse o Reverendo Leonard Ravenhill, de
saudosa memória: Quando há algo na Bíblia que as igrejas não
gostam, elas o chamam de “legalismo”. Esses, de igual modo, ficarão,
e não subirão no Arrebatamento, já que estavam sob a procedência
maligna em suas pregações, estudos e na condução do rebanho, e não segundo a
recomendação de Deus: “sim, sim, ou não, não”, quer dizer, tudo ou nada — o
morno Deus não aceita: Ele lança fora de Sua santíssima presença! (cf. Mt 5.37;
Ap 3.15,16). Hoje são famosos e arregimentam multidões às suas fileiras,
igrejas, postagens e vídeos; porém, nem sequer serão lembrados após o
Arrebatamento por aquilo que atualmente ensinam; de fato, receberão processos
judiciais e ameaças de morte de inúmeros membros e simpatizantes que
também não subiram com Cristo e os culparão; além disso, esses ministros
andarão foragidos, amendrontados e almejando a morte (Ap 6.15-17), uma vez
que não ensinaram a verdade totalmente, com efeito, em algumas coisas
diziam “não faz mal” (Ml 1.8), pois taxavam-nas de “legalismo”, “uso
e costume”, “rigidez desnecessária”, “cafonice”, “breguice”, “imposição de
regras”, etc. Falavam muito de “regeneração”, mas esta não incluía a
mudança e a transformação radical em toda a constituição humana: espírito, alma
e corpo (1Ts 5.23; Hb 12.14; 1Pd 1.14; Mt 23.25-28), por isso pereceram, porque
prometeram liberdade; porém, ainda eram escravos da corrupção em certos
costumes mundanos não combatidos (2Pd 2.19). Não foram enganados num ponto,
entretanto, foram noutro! Lembre-se: o julgamento começa pela Casa de Deus
(1Pd 4.17). Restará sofrer terrivel e brutalmente para ser salvo pelo sangue de
Jesus na Tribulação (Ap 6.9-11; 7.9-14; 20.4). Que dor e quão difícil!...
O
Arrebatamento impactará a Terra! Impactará, e como! O horror que a população
passou em virtude da falha do sistema do metrô, não é nada. O pior será àquele
que não subir no Arrebatamento e ficar na Grande Tribulação, na ditadura do
Anticristo — o grande líder mundial que se levantará! (Ap 13; Dn 11.36ss). Diz
a Bíblia: Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes
sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida,
e de modo nenhum escaparão (1Ts 5.3). Por isso, prepare-se! O
Arrebatamento está às portas: Assim também vós, quando virdes
sucederem estas coisas, sabei que [o Senhor Jesus] já está
perto, às portas (Mc 13.39).
(*) Notícia disponível em: <H:\G1 - Mais de 100
foram atendidos em hospitais após acidente no Metrô - notícias em São
Paulo.mht>. Acesso em: 19 ago. 2015.

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